Danças misticas.



Aula de abertura do novo espaço de dança Socorro Raposo, onde facilitarei meus trabalhos com amor e gratidão.
Na inspiração encontramos mais espaço para expirar o novo. Dançamos ao recomeço, às novas páginas deste encontro-reencontro.
Um novo cenário para novas histórias.
Gratidão e amor ao universo de amor e luz.
Dança cigana sistêmica.

 Vamos escutar o oráculo para as novas aventuras dançantes em nossa vida. 


 Aulas da dança cigana com elementos encantados para desbloqueio de emoções que não nos servem mais e abertura para o novo momento da vida. Olhando para frente.



Opre Roma.

Dança Cigana com Pandeiro.

             Ao leste da Europa, o inverno é muito frio, deixando as imagens dos lugares muito secas emocionalmente. A retração pelo estado de frieza é bem presente. Então os Roma(ciganos) russos e húngaros decidiram acalorar sua dança de forma a usar saias, roupas coloridas e fitas coloridas em seus pandeiros. A dança frenética e animada traziam a alegria de volta e o arco-í-ris se fazia presente. 
Então esta é uma dança de alegria. 
Para místicos não ciganos, a dança do pandeiro, é uma dança dos 4 elementos e de purificação. 
Então existe sempre uma versão cultura e uma versão de crenças não pertencentes aos povos Romani. E assim estas duas visões se aplicam a todos os instrumentos utilizados nestas danças ciganas. Nada em relação as etnias Roma pode ser generalizado ou fechado.
Texto baseado em informações da Embaixada Cigana do Brasil.

Ciganos-Dança Cigana.

Na região Nordeste existe,  97 acampamentos aproximadamente, distribuídos em 1.794 municípios.
Temos uma boa área de comunidades ciganas. Aqui no Nordeste em maioria são do grupo Calon-kalon. (Registro da embaixada cigana do Brasil). 
Aqui no Brasil os kalon dançam música sertaneja e forró, não dançam a dança de origem, nem kalbélia e nem catalã, que seriam ritmos da rede genealógica. Estes se adpatam ao local onde vivem, absorvem cultuas 
E mesmo que se acredite que são nômades, o que eles busacam é uma terra para se assentar. A possibilidade de viverem fixos num local e não de ficarem de chão em chão. Isto já um mito, o nomadismo para os grupos ciganos não era por escolha, mas por falta de opção.

Cena acima do espetáculo Passageiros. Cia. Ciganos de luz onde sou roteirista, pesquisadora, compositora e coreógrafa

Encerrando ciclos e abrindo para o novo.


Mudanças, perspectivas, expansão e lucidez. Gratidão a todo o movimento da vida em 2017 e boas -vindas aos novos movimentos da vida em 2018. 
Caminhemos com a consciência e a atenção durante a jornada, projetos, relacionamentos e compartilhas que viremos a ter e ser. No sopro da vida uma edição mais apurada de tudo que chega e agrega a nossa evolução. 
Quando danço reverencio o meu espírito, que tod@s possam reverenciar o maior dentro de si. Plenitude no novo ciclo a tod@s. 

Gratidão e amor por tudo e vocês que sempre estão presentes dançando comigo e em minha vida diária.
Namastê.
Opre. Avante.

Dança Cigana Sistêmica

O corpo rasga emoções que o pensamento não dá conta, não percebe ao ser pós exaustão deste corpo que se lançou na aventura de viver desagregada da memória de sangue e se dilui na memória cósmica, onde existe espaço para respirar.

As emoções de se lançar na vontade oferece um lugar claro ao sentimento um símbolo de transmutação.
As células do corpo tem informações muito arcaicas é necessário um movimento contínuo para gerar a dissolvição destas memórias enfadonhas padronizadas
O corpo tem uma autonomia de permanecer na dor mesmo que a mente avance. Mas pode mudar o padrão se conseguirmos acessar as células de ascensão em sua função corporal, mental e energética, mantendo os espaços no corpo para intensificar equilibradamente a passagem de ar e dos líquidos, o tônus dos músculos, articulações, vibrações anímicas tomando os átomos e partículas...
Roberta do Espírito Santo Brado. 







Dança Cigana Sistêmica. 9 anos


Empenho, honra e muito trabalho contínuo e atento. No caminho do despertar me uni à ancestralidade que me enlaça amorosamente com a cultura Rrom-cigana e traz preciosa luz neste movimento dançarino da consciência. Gratidão e amor ao meus antepassados, ancestrais, meus pais, professores e amigos colaboradores. E em especial às Alunas e alunos que aqui estão e também por aqui passaram. Me sinto plena nesta caminhada com a dança que move minha vida, minha dança pessoal, minha experiência passo para vocês. Gratidão e amor.







 Buscando sempre mostrar as realidades diversas de uma cultura que sofre muitas intervenções imaginárias, mitos deliberados e conclusões infundadas pelos não conhecedores destas etnias. Procuro trazer a clareza e o que realmente se vive dentro destas comunidades. Trabalhamos tudo isso em sala de aula e também de forma terapêutica que facilita o processo de autoconhecimento. Liberações em nós mesmos.  

Ritual com a dança do fogo. Cultura cigana na antiguidade.


Nosso encontro com Elemental do fogo. Dança do fogo que há muito não tem sido praticado, mas que um dia comunidades ciganas já o fizeram. Hoje relembramos com amor e dignidade. 
Opre.
Ps: A expressão lual cigano foi concebida quando comecei meu trabalho, não uma expressão rom-cigana. Lual, veio poe ser em tempos de lua cheia, apenas incrementei o nome dos encontros, mas os ritos são de origem cigana


 Quando danço reverencio meu espírito, minha consciência, a mim mesma num compasso de amor e compaixão dentro do movimento da vida. 
Quando danço, sou totalmente longe da carne de meu corpo e totalmente íntima da alma que meu corpo assegura e segue, por isso a chama sagrada ilumina de dentro para fora. 
O fogo do Espírito Santo. 
Roberta do Espírito Santo Brado.