Ser forte para você o que significa?

Geralmente pensamos que ser forte é aquela que aguenta tudo, todo sofrimento e encara todas as disputas para vencer, para estar de pé no fim da batalha,
é travar todas as batalhas de convivência com pessoas ao nosso redor. Pois bem!
Não é aqui que reside a mulher forte. Por trás dessas manifestações pode acontecer aquela fase em que se precisa provar a vida , aos outros ou a si mesmas que se é forte, que se pode conseguir, vencer. Este lado é um disfarce; corre-se o risco de ser a menina impulsiva...
Sim, é possível que estas ações nos caibam, porém dentro de algo superior a tudo isso.
Há força por reconhecer o momento de parar, de não se submeter as caixinhas sobre a mulher forte, emprenhada pelos ouvidos. Ser forte é muito mais sentir e perceber que não precisamos vencer nada, nem convencer ninguém a nada, é saber que no meio do caminho é possível se perceber em equívocos e ainda assim estarmos de pé para gerarmos novos caminhos, despertando para o que é essencial.
Essencial é escutarmos nosso instinto mais primitivo que é nosso campo intuitivo.

Força feminina não é sobre vencer, é sobre respeitar os próprios espaços e seguir em frente depois de todo despertar sobre os desafios e saber seus limites, aceitando-os em relação a qualquer coisa, é saber estar em seu lugar de mulher que sabe quando desistir, descansar e pedir ajuda. É deixar de ser a boazinha por medo de não ser mais necessária. É ser forte pra impor limites às invasões ao seu ser mais puro. A mulher forte é aquela que não foge da dor, nem do que ela está pronta para mostrar, que sabe se recolher dentro do movimento de seguir.

Roberta do Espírito Santo. (Texto autoral)

 

Aulas online e ao vivo pela plataforma zoom. 

Contato: 81- 986751927 

 

Me segue no instagram, lá tem bastante conteúdo sobre dança e desenvolvimento pessoal para você. 

@robertadoespiritosanto_

 

De Corpo e Alma. Uma História na Grande Dança da Vida -Livro


 Olá pessoas queridas, seres amados! Com alegria e prazer, passo para convidá-los a mais uma tarde de autógrafos deste livro que nasceu de uma alma dançante para servir à vida.

De Corpo e Alma. Uma História na Grande Dança da Vida.

Um livro abençoado por pessoas inspiradoras e muito belas em suas jornadas desta existência.
Sou eternamente grata aos colaboradores nesta realização.

O livro aborda fatos totalmente reais, ensinamentos de vida, sobre relações, família. Traz a Dança e o corpo como caminho.

Bem-vind@s, a esta tarde de boas conversas, leitura lúdica e é claro... dança.

Será um baile de Danças Sistêmicas: Cigana, Áurica e Ventre Livre.

Onde? Espaço de Socorro Raposo

Horário? 16H

 

Contato: 81-986751927 

Me segue no instagram, lá tem bastante conteúdo sobre dança e desenvolvimento pessoal para você. 

@robertadoespiritosanto_

                                       Dança Cigana Sistêmica.

Um meio de dançar e curar-se de emoções tóxicas. Conscientizar-se do amor por si e da vida incrível que você merece. 

Bem-vindas.






 
Por Roberta do Espírito Santo. 
 
Danças Sistêmicas.

 

Livro de Corpo e Alma: Uma História na Grande Dança da Vida.


Lançamento do meu primeiro livro. Será um encontro onde a dança é trazida pela escrita. Uma escrita dançarina que conta histórias reais e os milagres que um espírito dançarino realiza nos caminhos que a vida traz. 

Gratidão e amor ao Maior, a Vida, a  Dança



 Roberta do Espírito Santo. 

Se aprecias este blog, me segue lá no instagram.

@robertaespiritosanto.sim

Danças Sistêmicas. Roberta do Espírito Santo


Voltamos com cuidado, e força total. 


Preservamos a vida por meio da dança. 


Também continuamos com a turma online. Estamos nos embalos possíveis para cada grupo.


Danças Sistêmicas: Cigana Áurica e do Ventre.

Por Roberta do Espírito Santo.

 

Dançar

Dançar.

 Porque dançar rima com viver. Eu não fico treinando dança, passos várias horas por dia todos os dias. Eu não me sinto a dançarina, me sinto a dança. Existem diversos recursos estéticos e plásticos para ser uma exímia dançarina, isso exige técnica, essa é a profissão amada dos que a seguem, Tudo isso faz parte das direções que tomamos em relação ao processo de dançar. Eu me sinto a dança na vida; isso compreende o intento dançarino com tudo e o todo. O movimento, a respiração o sentir e perceber a existência por meio do que você dança, das informações que seu campo anímico (da alma) lhe traz e você expressa pelo corpo, pelo movimento.

Assim, permito que qualquer ritmo seja apreciado dentro de mim, a diversão, a ação e a emoção compartilham das células vibracionais do som e entramos em um espaço de consciência dentro de nós para fora de nós. Desta forma, a percepção vem também por meio das palavras, do que lê-se e do que se escuta, vem por meio do aroma, das cores e dos sabores. Esta dança se movimenta em outros corpos nossos. Assim se respira a dança, assim se respira a vida. Porque dançar parece com viver.
Roberta do Espírito Santo.
Gratidão e amor.

Ciganos no Brasil.

 Ciganos no Brasil.

Essa primeira migração romani para o Brasil coincidiu com o período da abolição da escravatura no país, em 1888, e com a migração de trabalhadores, sobretudo italianos, para substituir o trabalho escravo. A segunda onda de imigração romani ocorreu na década de 1930, durante a era Getúlio Vargas, quando o Brasil estava passando por um processo de industrialização e de urbanização, ao mesmo tempo em que europeus e japoneses imigravam em massa. A depressão e o nazismo serviram também de estímulo para as migrações ocorridas no final de 1920 e de 1930, quando ciganos rom, juntamente com os judeus, formavam parte de um grupo mais indesejável de imigrantes que tentavam, a todo custo, escapar da perseguição nazista.
Com Vargas, o Brasil passou por uma mudança política abrupta e um novo caminho econômico, cujo objetivo era a industrialização e a urbanização, foi estabelecido. Novos imigrantes eram esperados para transferir tecnologia, capital e experiência de trabalho industrial para o Brasil e trazer um espírito industrial para os centros urbanos. Como o próprio Vargas escreveu: “O imigrante deve ser [...] uma força para o progresso [mas] temos de nos proteger contra a infiltração de elementos que poderiam ser transformados em dissidentes ideológicos ou raciais” (apud Lesser, 1995, pp. 9-10).
Continua...
fonte-Brigitte Grossmann Cairus
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, em pé e texto que diz "A família Jovanovic no começo do século XX na Sérvia. Fonte: acervo pessoal de Horácio Jovanovic"